Em Foco

Devocional Diário 10/09/21

Introspecção

Texto base: Daniel 3:1-29

 

O rei da Babilônia havia ordenado que recrutasse jovens e os instruíssem. Aspenaz obedece a ordem do rei e recrutou os jovens judeus e deu-lhes novos nomes babilônicos: A Hananias, Sadraque; a Misael, Mesaque; e a Azarias, Abede-Nego. A Bíblia nos fala que Deus deu sabedoria e inteligência aos três jovens judeus para conhecerem toda cultura e ciência. Durante três anos, eles foram instruídos e, no final do mesmo, aqueles jovens eram dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores do reino. Além da mudança dos seus nomes, Sadraque, Mesaque e Abede-nego aprenderam a língua e a literatura dos babilônios. A alimentação também fez parte da adequação à nova cultura. Apesar de eles receberem um tratamento especial, não compactuaram com a comida, pois a mesma era oferecida a outros deuses. Em vários momentos, a fé daqueles jovens foi colocada à prova, sem, contudo, negarem a Deus em momento algum.

Certo dia, o rei Nabucodonosor resolveu fazer uma estátua de ouro. Essa estatua tinha sessenta côvados de altura e seis côvados de largura. Ela foi erguida no campo de Dura, na província da Babilônia. Na inauguração, foram convidados todas as autoridades do seu reino. O rei Nabucodonosor lançou um decreto que todos os presentes deveriam colocar o rosto em terra e adorar a imagem construída ao soar de vários instrumentos. Junto com a ordem foi dado um alerta: “Quem não se prostrar em terra e não adorá-la será imediatamente atirado numa fornalha em chamas”. Um dos requisitos nesse ato da cerimônia era que houvesse o momento de adoração, a estátua construída.

Então, o rei Nabucodonosor mandou que reunissem os príncipes, os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os capitães, e todos os oficiais das províncias. Todos eles deveriam ir à consagração da estátua que ele havia mandado erguer em sua adoração. Após o grito do arauto em alta voz, no mesmo instante, todos os povos ao ouvirem o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério e de toda a espécie de música. Prostraram-se todos, nações e línguas, e adoraram a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tinha erguido.

No mesmo instante, alguns caldeus chegaram e acusaram os três jovens diante do rei. Eles disseram: “Há aí três jovens que não fizeram caso do seu decreto e não se curvaram diante da estátua e não adoraram”. Irmãos e irmãs! Um/a adorador/a extravagante não se curva diante de nenhum outro, se não diante do Seu Deus, mesmo diante de ameaça de morte. O rei, enfurecido, mandou chamá-los, e quando eles chegaram diante do rei, ele lhes disse: “É de propósito, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei?” O rei não sabia que um adorador/a extravagante só ouve e obedece a voz do Rei dos reis e Senhor dos senhores e só se curva diante dEle. O rei faz um questionamento confiado nele mesmo dizendo: “Quem é o Deus que vos poderá livrar das minhas mãos?” O questionamento deveria vir da parte dos três jovens para o rei dizendo: “Quem é você ó rei diante do nosso Deus?”. Mas a resposta dos jovens foi: “Não necessitamos de te responder sobre este negócio. Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará da fornalha de fogo ardente, e da tua mão, ó rei. E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste”.

Um/a adorador/a extravagante não muda sua atitude se lhe apresentarem uma segunda chance. Ele sabe quem é seu Deus e quão poderoso Ele é. O testemunho de um/a adorador/a extravagante muda decreto, e faz com que seu Deus seja reconhecido em uma nação.

Oração:

Senhor, torne-nos adoradores/as extravagantes para que toda a nação reconheça o Seu poder. Em nome de Jesus. Amém.

Pastora Rosemary Barbosa