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SÉRIE VIII – É NATAL! – PARTE II

SÉRIE VIII – É NATAL! – PARTE II

Mateus 1:20; Mateus 2:13

O nome José veio de um grande homem da história de Israel.  Gênesis 37; 39-50 contou a primeira história de José. Ele era o filho favorito do patriarca Jacó (filho da esposa favorita de Jacó, Raquel). Ele cresceu, era uma criança mimada e tornou-se um homem de integridade confiável, e o rei do Egito finalmente confiou nele para salvar o Egito (e a família de Jacó) de uma grande fome. Interpretar sonhos, uma habilidade que ele sempre creditou a Deus, desempenhou um papel fundamental na ascensão do homônimo histórico de José (conforme Gênesis 41:15-16).

  • Nos tempos bíblicos, como costuma acontecer hoje, os pais escolheriam nomes que capturassem o caráter que eles esperavam e oravam para que seus filhos/as desenvolvessem. Então, o noivo de Maria, José, um humilde trabalhador, tinha o nome de um dos grandes heróis patriarcais de Israel.
  • José, o carpinteiro ouviu a voz de Deus, compreendeu que o sonho que tivera fora uma direção, uma revelação de Deus (Mateus 1:18-25). Quantas vezes estamos prontos para abandonarmos o “barco”, a família, o ministério, o trabalho (…) e Deus comunica conosco por intermédio de um sonho, de um alerta de uma autoridade espiritual, por visões, revelações e pela própria meditação na Palavra de Deus. Precisamos como José estarmos atendo a direção de Deus, pois o Senhor tem o melhor para as nossas vidas.

* O mundo contemporâneo a nós é um ambiente de muito barulho, o barulho hoje não se dá só em ruídos, melodias, bips e etc, mas o barulho se dá pela capturação de nossa atenção. É o mundo conectado que não possui genuína conexão; Tudo está ligado, porém vemos corações em off, quebrados, o mundo que mais investe em tecnologia da comunicação e no entretenimento é um ambiente inóspito, onde o ser humano se encontra sozinho, isolado, procurando afago, carinho e um ouvido pronto para hospedar suas agruras da alma.

* Para o povo judeu daquele tempo, o noivado equivalia ao casamento – exceto pelo fato de que o homem e a mulher não coabitavam. Os noivos eram chamados já de marido e esposa, e, ao fim do período de noivado, o casamento de forma integral, total era consumado. Se uma mulher que estava noiva ficasse grávida, isso era considerado adultério (Dt 22:13-21). José não pedira nenhuma punição a Maria, nem o divórcio quando descobriu que Maria estava grávida, pois o Senhor o havia revelado. Todas essas coisas se cumpriram a luz de Isaías 7:14: “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome de Emanuel”.

PARA PENSAR: Como seus pais escolheram seu nome? Veio, pelo menos em parte, de uma pessoa admirada, seja em sua própria família ou na história? Em caso afirmativo, quais qualidades esse nome o vincula? Se você decidiu se identificar como um “cristão”, que qualidades esse nome convida Deus a trabalhar em seu caráter ao enfrentar os desafios e oportunidades da vida? De que forma você deseja que as pessoas se lembrem do seu “nome”?

PARA COMPARTILHAR:

  1. O que você entendeu a luz desta lição?
  2. A História estudada concede pistas para o nosso cotidiano?
  3. Você tem ouvido a voz de Deus?

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